SER CRIANÇA É ... O cantinho da nossa Alma onde se é genuinamente feliz. É onde queremos que estejam todas as crianças que conhecemos e aquelas que não conhecemos. As nossas e as dos outros. As daqui e as de além.

Queremos fazer desse canto da Alma uma mansão cheia de portas e túneis, um castelo ou uma gruta com espaço para aventuras em terra, no espaço, ou no mundo subaquático. Aqui, os monstros e as fadas podem fazer corridas de carros contra os animais das fábulas. Aqui vamos contar, ilustrar, animar, vamos trazer quem saiba escrever sobre coisas interessantes para os miúdos e para os graúdos deles. O nosso limite é o da imaginação. E todos nós sabemos onde ela leva as crianças...

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

A LENDA DO PEDRA PAPEL TESOURA



- É um jogo.
- Pode ser para 2 ou mais jogadores.
- Não precisa de pilhas.
- Não vem numa caixa.
- Até o ET pode jogar (porque mesmo com menos dedos, sempre consegue fazer a “tesoura”…).

Falamos do “Pedra, papel, tesoura”. Até os mais pequeninos podem jogar e diz-nos a experiência que é na faixa dos 3 anos que encontramos mais batoteiros descarados! É sempre divertido e estimula o pensamento rápido e a destreza. Além de ser o treino perfeito para o jogo que têm que aprender a seguir e que obriga a maior destreza e agilidade: a “Sardinha”!!!

Mas hoje concentramo-nos no “Pedra, papel, tesoura”. Mesmo que não joguem, já ouviram falar dele, já o viram certamente ser usado em filmes principalmente em filmes americanos. É recurso para resolver muitas questões: “quem vai lá abaixo ver se são ladrões?”; “quem vai desativar a bomba?”, momentos de alta tensão, como se percebe.

Desengane-se quem pensa que este é um jogo só para crianças. É um assunto tão sério que envolve torneios, prémios, peritos e manuais estratégicos! Enquanto pesquisávamos sobre o jogo demos com este artigo do jornal The New York Times escrito na 1ª pessoa que relata o dramatismo de um torneio de “Pedra, papel, tesoura”. Vale a pena ler porque percebemos como é complexo, estratégico, psicológico e tenso.

Mas e o autor do conto de hoje? Será o norte americano Drew Daywalt um perito na arte do domínio deste jogo? Isso, não conseguimos apurar, mas o que sabemos dele é que também faz filmes (mas gosta mais dos de terror) e é o autor de um livro que adoramos e que de certeza já viram nas prateleiras: “O dia em que os lápis desistiram” (edição Orfeu Negro). E, se viram o filme “Toy Story 4” lembram-se de certeza do Forky, o trabalho manual que ganhou vida e que, como era feito de lixo, sempre que podia corria para um caixote para lá ficar. Ora, Daywalt foi convidado a escrever um conto para esta personagem. Chama-se “Forky in craft buddy day” mas ainda não tem edição em português.

Quanto à história de hoje, vamos viajar no tempo e conhecer os 3 heróis e o dia em que as vidas deles mudaram para sempre.

3, 2, 1…pedra, papel, tesoura!

Original de Drew Daywalt  //  Lido a partir de “A lenda do Pedra Papel Tesoura” – Edições Asa II

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